segunda-feira, 30 de março de 2015

Santuário celebra Domingo de Ramos

Neste último domingo, 29, a Igreja celebrou a liturgia do Domingo de Ramos. De modo particular o Santuário São José de Ribamar celebrou  a solenidade com cinco missas; as 06h00min, as 08h30min, as 11h00min, as 17h00min e as 19h00min. Com destaque para as
17h00min, celebração antecedida pela procissão de ramos. As comunidades Santa Maria e Nossa Senhora das Graças vieram em procissão para a praça do Cruzeiro; a primeira acompanhada pelo diácono permanente Pedro Filho e a segunda pelo padre Irailson Dias,
pároco solidário, e foram recepcionadas por fiéis da igreja matriz que já as aguardavam acompanhadas pelo padre Gutemberg Feitosa, vice reitor. Juntas seguiram em procissão para o Santuário onde houve a solene celebração de ramos presidida pelo  reitor padre Cláudio Roberto e concelebrada pelos padres e diácono que vieram acompanhando a procissão. Ainda na
praça, houve uma belíssima
apresentação do grupo MEJ do Santuário,seguida por leitura do Evangelho proclamado pelo diácono; o padre Irailson deu a benção de ramos e o padre Gutemberg animou os presentes a caminharem a igreja matriz da paróquia São José de Ribamar. A igreja esteve
completamente preenchida durante a santa missa de ramos. Muitos vieram em procissão do Cruzeiro, enquanto
outra grande parcela já aguardava na igreja matriz. A solenidade iniciou com a solene procissão de entrada seguida da oração da coleta. 

Durante a Homilia, padre Cláudio lembrou os motivos que levaram povo
de Jerusalém, o mesmo que acolhia a Jesus, a pedir a condenação do Filho de Davi, Aquele que saudaram com cânticos de triunfo, ramos e flores exaltando-O com o "hosana nas alturas"! A procissão de ramos, sobretudo, recorda este momento. Os fiéis atentamente acompanhavam as palavras do reitor. 








domingo, 29 de março de 2015

Procissão do encontro no Santuário

Na sexta-feira que antecedeu a Semana Santa, 29, as 15h,  fiéis da paróquia São José de Ribamar realizaram a procissão do encontro saindo da comunidades Nossa Senhora das Graças, Campina, e São Benedito.  Maria e José foram acompanhados pelos fiéis vindos da Campina e Jesus por aqueles que vieram da São Benedito. A procissão seguiu pela avenida principal em direção ao Santuário e, em seguida, houve a santa missa presidida pelo pároco solidário Irailson Dias. Os grupos
MEJ, Apostolado da Oração e Legião de Maria estiveram presentes na celebração eucarística. 
Na homilia padre Irailson lembrou a importância de rememorar esta passagem e levou os fiéis presentes a refletirem as dores de Maria santíssima ao vê seu filho entregue as mãos dos pecadores. Toda
a comunidade presente acompanhou atentamente as reflexões. Depois da santa comunhão, o padre lembrou também o papel fundamental de José na vida de Jesus e convidou a assembléia para pedirem em sua vidas igual intermédio. 


Procissão do encontro e a Semana Santa*

Em muitas regiões do Brasil, com especial destaque para Minas Gerais, encontramos expressões populares na celebração da Semana Santa. Vários foram os motivos que levaram a isso. Entre eles estão certamente a língua, a clericalização da liturgia e seu caráter muito intelectual. Criou-se, assim, um certo paralelismo entre a Liturgia romana e a expressão popular. Importa, no entanto, compreender e valorizar essas formas populares, para, a partir delas, se chegar a uma vivência maior dos mistérios de Cristo pelo Rito romano e realizar uma possível integração das expressões populares.
A celebração popular da Semana Santa comemora essencialmente o mesmo Tríduo pascal da Paixão-Morte, Sepultura e Ressurreição do Senhor. Ela
o faz ao ar livre através de procissões.
Assim, os Passos da Paixão são vividos na Procissão do Encontro. Podemos valorizar todo um conteúdo ligado ao encontro entre Deus e a humanidade, depois do desencontro por causa do pecado. O encontro de Jesus com sua Santíssima Mãe no caminho do Calvário representa o encontro da humanidade com seu Deus, encontro que passa pelo mistério da cruz. Esta procissão é realizada no Domingo de Ramos, na Terça ou na Quarta-feira da Semana Santa. Isso tem seu motivo. Na Liturgia anterior à reforma da Semana Santa, nesses dias se proclamava a Paixão de Jesus conforme os sinóticos. A agonia e a morte de Jesus recebem um destaque especial através do Sermão das Sete Palavras. Trata-se de
uma celebração da Palavra de Deus, com proclamação da Palavra, o canto, a homilia e a oração, em sete etapas.
A Sepultura do Senhor é comemorada pelo Descendimento da Cruz, com pregação, a Procissão do Senhor morto e o sermão da Soledade. Tendo sido a semente lançada à terra, o Senhor repousa na esperança da ressurreição.
Finalmente, temos a Procissão do Senhor ressuscitado, realizada, em geral, após a Missa da Vigília. Em outros lugares, na madrugada ou na manhã da Páscoa. É a procissão do triunfo de Jesus Cristo sobre a morte, vivo e presente na Igreja, sobretudo no mistério da Eucaristia.
Às vezes, temos uma quarta procissão, sem contar outras procissões de menor importância: a do Triunfo de Nossa Senhora. Em certas cidades é realizada na tarde do Domingo da Páscoa. A humanidade triunfante com Cristo é representada por Maria. Outras vezes ela é solenemente coroada após a Procissão da Ressurreição do Senhor.
A participação popular caracteriza as celebrações: os leigos são os agentes, enquanto o clero acompanha. Sobressaem a linguagem visual e a ação, sobretudo pelo andar.


fonte: www.franciscanos.org.br

quarta-feira, 25 de março de 2015

Santuário lança programação para Semana Santa

O Santuário Arquidiocesano São José de Ribamar lança programação da Semana Santa para fiéis e peregrinos de São José e os convida a celebrarem a paixão, morte e ressurreição de Cristo na Casa de José, pai adotivo do Ressuscitado.  Os párocos solidários receberão fiéis para celebrações penitenciais; confissões;  batismos; Via Sacra; procissão, benção e celebração de Ramos; celebração do rito do Lava-Pés, Vigília; solene celebração e louvor pascal, e ainda, acampamento para a Juventude.  
Baixe a programação e participe das celebrações no Santuário. Acompanhe a programação de dias e horários das liturgias e viva a grande semana da paixão, morte e ressurreição de Jesus, o Cristo.  

SEMANA SANTA* 

A Semana Santa, a semana mais importante para os católicos, possui uma série de tradições que revelam alguns aspectos da fé cristã. Muitas dessas práticas possuem uma íntima relação com elementos da tradição católica.

Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos abre, por excelência, a Semana Santa. Ele relembra e celebra a entrada triunfal de Jesus Cristo, em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Esse domingo é chamado assim, porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão por onde o Senhor passaria montado num jumento. Com isso, Ele despertou nos sacerdotes da época e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa, então, uma trama para condená-Lo à morte.

Procissão do Encontro
Em muitas paróquias, especialmente no interior, realiza-se a famosa "Procissão do Encontro" na Quarta-feira Santa. Os homens saem de uma igreja ou local determinado com a imagem de Nosso Senhor dos Passos e as mulheres saem de outra com Nossa Senhora das Dores. Acontece, então, o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho. O padre proclama o célebre "Sermão das Sete Palavras" fazendo uma reflexão que chama os fiéis à conversão e à penitência. 

Santos Óleos
Abençoar os santos óleos usados no ano inteiro nas paróquias da cidade é uma das cerimônias litúrgicas da Quinta-feira Santa. Ela conta com a presença de bispos e sacerdotes de toda a diocese. É um momento de reafirmar o compromisso de servir a Jesus Cristo. São três os óleos abençoados nessa celebração: o do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos.


Lava-pés e
Instituição da Eucaristia,
Sábado Santo,
Páscoa


No 13º capítulo do seu Evangelho, São João fala sobre Jesus, fraco, pequeno, que terminará sendo condenado e morto na cruz como um blasfemador, um fora da lei ou um criminoso. O começo desse capítulo é bastante significativo: "Antes do dia da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a hora de passar deste mundo ao Pai, tendo amado aos seus que estavam no mundo, amou-os até o extremo. Começada a ceia, Judas, filho de Simão Iscariotes, tendo já no coração a determinação de o entregar, sabendo que o Pai tinha posto em suas mãos todas as coisas, que saíra de Deus e ia para Deus, levantou-se da ceia, depôs o manto, e apegando uma toalha cingiu-se com ela" (Jo 13,1-4).
"Jesus, sabendo que o Pai tinha posto em suas mãos todas as coisas, que saíra de Deus e ia para Deus, levantou-se da ceia, depôs o manto…" Então, o Senhor se ajoelhou diante de cada um dos discípulos d'Ele e começou a lavar-lhes os pés, em uma atitude que mostrava o serviço e a caridade de Cristo, que veio ‘não para ser servido, mas para servir’ (Mt 20, 8).
A palavra "Eucaristia" provém de duas palavras gregas "eu-cháris": "ação de graça", e designa a presença real e substancial de Jesus Cristo sob as aparências de pão e vinho. Com a Santa Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde ou noite da Quinta-feira Santa, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e faz memória da Última Ceia, onde Jesus, na noite em que foi traído, ofereceu ao Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou aos apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores.

Instituição do Sacerdócio
“Fazei isto em memória de mim” (Lc 22, 19). Com essas palavras, o Senhor instituiu o sacerdócio católico e deu-lhes poder para celebrar a Eucaristia. Durante a Missa, ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento ao altar-mor da igreja para uma capela. Ao fim da Missa, o altar é desnudado; ele é o símbolo do Cristo aniquilado, despojado, flagelado e morto por nossos pecados. 

Sexta-feira da Paixão
A tarde da Sexta-feira Santa apresenta o drama incomensurável da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus, segundo o Evangelho de João, contemplamos o mistério do
Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado. Há um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz, momento em que é apresentada solenemente a cruz à comunidade.
Sábado Santo é o dia em que o Círio Pascal é acesso, uma grande vela que simboliza a luz de Cristo, que ilumina o mundo. Nela estão gravadas as letras gregas Alfa e Ômega, que querem dizer "Deus é o princípio e o fim de tudo”. Depois do anoitecer, no Sábado Santo, a Vigília Pascal, a mão de todas as vigílias, é celebrada dando início à Páscoa.
A Páscoa é o dia santo mais importante da religião cristã. Depois de morrer crucificado, o corpo de Jesus foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu até a ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. Do hebreu "Peseach", Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. Comemora-se a passagem de Cristo – "deste mundo para o Pai", da "morte para a vida".

*fonte: eventos.cancaonova.com
  infográfico: Eugênia Costa